Público – A escola fica muito melhor quando mostra todas as cores

A escola fica muito melhor quando mostra todas as cores

11 de Outubro de 2018 por Aline Flor

O dia do coming out, que celebra esta quinta-feira as “saídas do armário”, levou o PÚBLICO a visitar a secundária da Ramada, onde um grupo de alunos passou os últimos dias a colorir os intervalos, tornando a escola num lugar mais inclusivo. Isto na semana em que uma escola do Porto está no centro das atenções por causa de um questionário à orientação sexual.

Esta semana, na Escola Secundária da Ramada (ESR), em Odivelas, os dias começaram com mais cor nos intervalos. “Não é uma escolha, eu sou assim!”, lê-se num cartaz com um arco-íris, ao lado de outro com vários corações e com as palavras “Dia Internacional do Coming Out” e fotografias de jovens gays e lésbicas a beijarem-se.

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Público – Mutilação genital feminina: uma lei sem consequências

Mutilação genital feminina: uma lei sem consequências

9 de Setembro de 2018 por Aline Flor

Três anos depois da criação do crime, apenas um inquérito foi aberto pelo Ministério Público, arquivado sem enquadrar os factos na lei actual. Desde 2015, 11 processos foram instaurados pelas CPCJ. Desde 2014, 265 mulheres foram referenciadas pelo SNS.

Não são casos frequentes — ou pelo menos visíveis —, e talvez por isso seja difícil saber o que fazer perante eles. A mutilação genital feminina é um crime autónomo no Código Penal Português desde Setembro de 2015, com a criação do artigo 144.º-A. Sabe-se que é uma realidade em Portugal, que é realizada por norma em meninas entre os 0 e os 15 anos, nos países de origem das famílias ou mesmo em território português, e que pode ter consequências graves para a saúde e o desenvolvimento destas mulheres. Em Portugal, estima-se que 6576 mulheres e raparigas, com 15 ou mais anos, já tenham sido vítimas de mutilação genital, e ainda que 1830 meninas com menos de 15 anos já tenham sido submetidas a esta prática ou estejam em risco de o ser.

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Público – Prostituição é trabalho? “Não sei se vamos conseguir consensos, talvez tolerâncias”

Prostituição é trabalho? “Não sei se vamos conseguir consensos, talvez tolerâncias”

19 de Agosto de 2018 por Aline Flor

Reduzir riscos e garantir o acesso a direitos. A Plataforma Lisboa — Trabalho Sexual, grupo de trabalho convocado pela autarquia, começou em Abril a coordenar respostas à população, mas foi posta em causa por iniciativa de várias associações de mulheres e de partidos da oposição. O que fica por fazer enquanto a cidade debate o tabu da prostituição?

Fim de tarde no Intendente, em Lisboa. Catalina, de 21 anos, é colombiana e está em Portugal há três meses. Trabalha num apartamento com outras pessoas. Conta-nos como é a vida no trabalho de prostituição. “Há coisas de que gostas, outras menos, trabalhar horas e horas… Mas precisava de trabalho.” Na Colômbia, estava a estudar Enfermagem e por cá também pensa voltar a estudar. Mas, para já, está “à procura de outros trabalhos”. “Se estivesse legal, era mais fácil.”

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Público – Os jovens sabem que a violência no namoro nem sempre se vê

Os jovens sabem que a violência no namoro nem sempre se vê

9 de Março de 2018 por Aline Flor

O que pensam os estudantes sobre as diferentes formas de violência no namoro? Como é que os jovens reagem a este tipo de violência? Ao longo do último ano lectivo, a turma de multimédia do 11.º ano da Escola Secundária Dr. Joaquim G. Ferreira Alves, em Valadares (Vila Nova de Gaia), mergulhou nas causas e consequências da violência no namoro através de diferentes métodos. E trazem respostas.

Neste episódio produzido com o apoio das investigadoras Joana Cruz e Carla Malafaia, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP) e do projecto europeu Catch-Eyou, ouvimos as alunas Jéssica Santos, Catarina Machado, Emília Soares, Beatriz Coelho, Carlota Silva e Inês Graça, e os estudantes Diogo Santos, Rodrigo Pereira e Ricardo Teixeira.

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Em 2019, este episódio recebeu o prémio Os Direitos da Criança em Notícia, na categoria online.

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Como lidam os jovens com a violência no namoro? Perguntem-lhes

29 de Abril de 2018 por Aline Flor

Alunos de Valadares mergulharam nas causas e consequências da violência no namoro através de diferentes métodos. E trazem respostas. Entre as soluções está a ideia de que o assunto “deve ser tratado na escola, desde pequenos”, para ajudá-los a reconhecer o problema.

O que pensam os estudantes sobre as diferentes formas de violência no namoro? Como é que os jovens reagem a este tipo de violência? Que estratégias usar para que compreendam melhor o problema? Para a turma de multimédia do 11.º ano da Escola Secundária Dr. Joaquim G. Ferreira Alves, em Valadares, Vila Nova de Gaia, as respostas vieram sob várias formas.

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Público – As raparigas já não querem saber das regras só para mulheres

As raparigas já não querem saber das regras só para mulheres

9 de Março de 2018 por Aline Flor

Esta semana, o programa Do Género é conduzido por Carolina Pacheco e João Martins, alunos da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses (EPAMAC).

Acompanhámos o diálogo dos estudantes da EPAMAC sobre igualdade de género, questionando-se sobre as pressões sociais a que estão sujeitos — em particular as raparigas —, depois de assistirem à peça de teatro-debate “Anita”, interpretada pela actriz Leonor Rodrigues. Falou-se sobre a importância da educação sexual, os problemas do assédio sexual e violência no namoro e ainda as inúmeras regras sobre “como se ser uma mulher a sério” — com as quais as raparigas não se identificam.

Neste episódio especial, produzido com o apoio das professoras Filipa Alves e Mónica Dias, ouvimos as estudantes Ana Daniela Costa, Ana Catarina Queirós, Cristiana Teixeira, Inês Silva, Ana Luísa Amaral, Raquel Monteiro e Soraia Almeida, os estudantes Diogo Silva, Osias Manuel, Pedro Filipe Almeida e Tiago Raimundo, e a enfermeira Catarina Alves, entrevistada pela Carolina Pacheco e o João Martins. 

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ZAP – Vestidas ou nuas, as Galdérias vão sair à rua no Porto

Vestidas ou nuas, as Galdérias vão sair à rua no Porto

23 Setembro, 2016 por 

Este sábado, um grupo de mulheres sai às ruas no Porto contra o que consideram ser uma “cultura de violação”. O lema da Marcha das Galdérias: “vestida ou nua, a rua também é tua”.

A SlutWalk chegou a Portugal em 2011, ano em que o movimento internacional nasceu no Canadá, na sequência das afirmações de um polícia que declarou que as mulheres deveriam evitar vestirem-se como vadias – sluts – para se prevenirem contra o assédio sexual.

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ZAP – Brasil vive “Primavera Feminista” contra projeto de lei do aborto

Brasil vive “Primavera Feminista” contra projeto de lei do aborto

13 Novembro, 2015 por 

Mulheres brasileiras manifestaram-se ontem, pela terceira vez em duas semanas, contra um projeto de lei que dificulta abortos por mulheres vítimas de violação, obrigando-as a registar queixa na esquadra para comprovar a violência sexual e poderem receber tratamento médico.

Organizações, movimentos de mulheres e simpatizantes da causa manifestaram-se esta quinta-feira em São Paulo e no Rio de Janeiro contra o polémico Projeto de Lei, repetindo as manifestações dos dias 28 e 30 de outubro que trouxeram o assunto para as capas da imprensa brasileira, que considera o movimento uma “Primavera Feminista“.

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